Archive for março, 2008

Frase do dia

Bial: O que você tem a dizer a todo o Brasil agora que ganhou 1 milhão de reais?

Rafinha, o vitorioso sortudo por 50,15% dos votos: Obrigadooo… EU TO RICOOO!!!

Porque já estava todo mundo de saco cheio desse papo de “Experiência maravilhosa”, “aprendi muito”, “amadureci demais” e etc…

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Era uma vez um professor…(continuação)

Então, só pra acrescentar que ele contou na última aula que cria uma jibóia.

Pelo visto, até o final do semestre, mais updates interessantes.

Uêêêêpa! (II)

Pra quem leu esse post aqui, uma palavra basta: IDEM.

(clique na imagem pra ampliar)

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“Sabrina Sato copiona!!!”

Piada de mau gosto

Você sente que era MESMO o dia da sua mulher/mãe morrer quando uma ARRAIA, de 34 KILOS, PULA DENTRO do barco onde ela estava, a coitada cai, bate a cabeça e morre de TRAUMATISMO craniano.

[aos desinformados: clique aqui pra ler a notícia.]

E os religiosos que me perdoem, mas que pareceu que Deus tava bêbado e resolveu zoar com a natureza, pareceu…

Um caso raro de morte bizarra que não foi devida a estupidez humana. Nem merece um Darwin Awards…

Sobre o meu feriado…

Apenas um relato de uma dessas coisas que só acontecem comigo:

Sabe o que você NÃO quer ouvir do motorista do seu ônibus de viagem?
“Gente, alguém aqui [em Vianópolis, cidadezinha onde a gente fez uma parada] está indo pra Caldas Novas? Quero seguir alguém porque eu nunca fui até lá e não sei o caminho!

Karla lançando tendência!

Tava eu calculando quantas calorias ia ingerir com todo o chocolate da Páscoa, até que Karlinha me vem com essa: chocolate que nada, no feriado a mulher vai pra um SPA!

Não é demais? Em 4 dias, menos 4kg – e que atire um Ferrero Rocher a mulher que não quer emagrecer esses kilinhos..

Por isso fica a dica garotas, já joga a idéia no seu namorado…Fala pra ele: “Amor, que tal trocar aquele ovo super caro calórico da Kopenhagen, que você cooom certeeeeza ia me dar nééé, por essa estadia?”

Anotem aí, se a idéia colar, já sabem a autoria (e quem divulgou!). 😉

Era uma vez um professor…

As vezes a gente conta histórias. As vezes a gente ouve umas tão legais que sente aquela vontade de repassar – esse é o caso…

Ritual básico: o professor se apresentando para os alunos e os próximos seríamos nós. Pra ser mais exata, eu seria a segunda pessoa a falar e estava pensando no que responder…

Um resumo da vida do cara: O nome dele é Gustavo, só que por 15 dias ele se chamou Flávio, até que os pais mudaram de idéia. Da pré-escola ao pré-vestibular, morou ao lado de uma igreja, em frente a casa do padre e estudou num convento de freiras. O próximo passo foi entrar pra faculdade de jornalismo e se des-alienar. Logo no primeiro ano de estudo começou a trabalhar na área e aos 20 anos, já no final da faculdade, tinha uma experiência considerável pra conseguir um emprego bacana. Mas chutou o balde e foi viajar. Mochilou Brasil afora, até que em Maceió, depois de sempre cumprimentar às 5 horas da manhã um padre de um convento, falou:

– Padre, posso morar aí?

– Ué, meu filho, tem certeza?

O padre ligou pra mãe dele que morreu de rir. “Ele não vai ficar aí, mas deixa, que pelo menos ele não fica solto por aí”.

E não é que ele ficou 3 anos sem arredar o pé de lá? Ele jura que não faz idéia que desvio foi esse. Até que obrigaram ele a tirar umas férias e ele voltou pra Natal, sua cidade natal, onde sempre ocorria, na época do Natal, o CarNatal, [fim das repetições] carnaval fora de época que o fez voltar a realidade e desistir de retornar ao convento.

Daí, ele se casou e teve um filho. Daí separou. Daí um belo dia a ex-mulher liga dizendo que ele tinha ganhado uma grana preta na loteria federal.“Mas como, se eu não jogo?!”. Descobriu que estava escrito no contrato do plano de saúde dele que parte da mensalidade era aplicada na loteria.

O cara não pensou duas vezes: comprou uma mochila, uma barraca, pediu demissão da faculdade onde dava aula e foi se perder mundo afora. Passou 4 anos torrando a grana pela Europa e América latina, a pé, sozinho. Fora os custos de viagem, o resto do dinheiro foi gasto com cd’s e livros. Nada de fazendas, apartamentos ou carros.

Nesse tempo, em algum momento, ele teve seu primeiro contato com Brasília: “Acampei na Esplanada e quando fui dormir esqueci os chinelos de fora da barraca. Quando acordei só tinha um pé. Disseram que foi um cachorro. Calcei o pé que tinha e fui até o Shopping Conjunto Nacional comprar outra.”.

Foi quando o dinheiro estava prestes a acabar que ele estava na beira da praia lendo o jornal “Correio Brasiliense” e observou um anúncio dos classificados: a universiade Ceub desejava contratar um professor de jornalismo. E lá se foi ele de volta pra capital. Até que foi demitido do Ceub. E depois do Iesb. E depois da Facitec. Alega que os cursos eram porcarias e batiam contra as filosofias dele sobre comunicação. Aliás, esse é o tema de um dos 10 livros dele. E voltando ao assunto, disse que se orgulha muito de ter sido demitido, e mais ainda da mulher responsável pela demissão dele no Iesb, que disse “você não é um professor, é um poeta”. Ele não podia ter ouvido elogio melhor.

“Outro dia encontrei a mulher numa cafeteria.

– E aí, ta aonde?

– Na UnB. – Respondi quase explodindo o peito de orgulho de ter passado naquele concurso. Ela não disse nada.”

… Enfim pessoal, essa é minha apresentação. Agora é a vez de vocês.

 

Beleza, quase falei: “Oi, meu nome é Vivianne, tenho 19 anos e tô indo ali providenciar uma viagem pra mim. Beijos, fui.”

Vamos dar um abraço coletivo no Zico?

Quando você compra a Caras, você espera ler sobre a nova casa de verão da Susana Viera e sobre como sua vida anda equilibrada.

Quando você compra Capricho, você espera ler sobre dicas de tratamento de pele pra dias de espinhas bizarras.

Quando compra 4 rodas, espera ler sobre o protótipo versão hatch do Lancer Evolution.

Quando compra Playboy, você espera ver os poucos cm² que os biquinís fio-dental das Big Sisters tamparam no BBB8.

E por aí vai. Isso, é aquele “contrato” leitores/mídia. E isso também acontece nos sites do fantástico mundo jornalístico via internet, tão cheio de pérolas pedindo comentários.

Agora queridos leitores-machos desse blog, me digam, vocês esperavam ler ESSA reportagem no site globoesporte.com?

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“Pela 1ª vez sem ninguém da família, Galinho comemora os 55 anos solitário em Sevilha”

“Este dia 3 de março foi bem diferente de todos os outros para Zico. Pela primeira vez em 55 anos, ele está sem um representante sequer de sua família ao seu lado. Solitário no quarto do hotel em Sevilha, na Espanha, ele curte as diversas manifestações de carinho por e-mail, em seu blog, atende às ligações que não param nos dois telefones celulares […]”

E não pára por aí. Vai lá e confere…

Enfim, é só pra eu checar se eu preciso atualizar meus conceitos sobre os homens ou sobre o jornalismo esportivo.

Obs: Não posso deixar de dedicar esse post ao meu namorado-jornalista. Amor, se for pra sua monografia quero o crédito! hahaha :*

Incompátivel

O cara era um playboy. Calça jeans meio caída, aprecendo a borda da cueca. Camisa de marca, tênis idem. Vaidoso – perfume, barba feita, gel no cabelo, corpo sarado. O carro, um Stilo Vermelho.

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“Meu carro é vermelho…eu uso o espelho pra me pentear…”

Chegamos perto do carro e ele apertou aquele fantástico botão que faz a chave aparecer no chaveiro da Fiat (e quem nunca tinha visto o tal chaveiro fez cara de “uau!”). Entramos todos e ele começou seu ritual tira-onda obrigatório na presença de qualquer nova tripulação do seu possante:

1. abriu o teto solar;

2. abriu o porta-luvas e ficou alguns segundos em dúvida sobre qual dos 10 óculos de sol colocar;

3. Escolheu o Ray Ban prateado. Colocou, olhou no retrovisor, virou para o banco de trás para que as garotas pudessem ver o quão irrestítivel ele ficava daquele jeito e perguntou “Vamos lá?” – necessário pra que as marias-gasolina suspirassem e respondessem sorrindo “Aham!”.

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Eu não sou demais, garotas?!

4. Escolheu um cd, colocou dentro do som, aumentou o volume. Nesses poucos segundos, pairou aquele suspense – qual hit da moda vai tocar? Hip hop? Funk? … Por fim, ele dá play e sai acelerando o carro.

Tudo certo. O problema é que tocou Be Good to Me da Ashley Tisdale ao máximo volume. E pra mim é um problema um cara que paga de machão e ouve música de artistas de High School Musical.

Pronto, falei.