Karla lançando tendência!

Tava eu calculando quantas calorias ia ingerir com todo o chocolate da Páscoa, até que Karlinha me vem com essa: chocolate que nada, no feriado a mulher vai pra um SPA!

Não é demais? Em 4 dias, menos 4kg – e que atire um Ferrero Rocher a mulher que não quer emagrecer esses kilinhos..

Por isso fica a dica garotas, já joga a idéia no seu namorado…Fala pra ele: “Amor, que tal trocar aquele ovo super caro calórico da Kopenhagen, que você cooom certeeeeza ia me dar nééé, por essa estadia?”

Anotem aí, se a idéia colar, já sabem a autoria (e quem divulgou!). 😉

Era uma vez um professor…

As vezes a gente conta histórias. As vezes a gente ouve umas tão legais que sente aquela vontade de repassar – esse é o caso…

Ritual básico: o professor se apresentando para os alunos e os próximos seríamos nós. Pra ser mais exata, eu seria a segunda pessoa a falar e estava pensando no que responder…

Um resumo da vida do cara: O nome dele é Gustavo, só que por 15 dias ele se chamou Flávio, até que os pais mudaram de idéia. Da pré-escola ao pré-vestibular, morou ao lado de uma igreja, em frente a casa do padre e estudou num convento de freiras. O próximo passo foi entrar pra faculdade de jornalismo e se des-alienar. Logo no primeiro ano de estudo começou a trabalhar na área e aos 20 anos, já no final da faculdade, tinha uma experiência considerável pra conseguir um emprego bacana. Mas chutou o balde e foi viajar. Mochilou Brasil afora, até que em Maceió, depois de sempre cumprimentar às 5 horas da manhã um padre de um convento, falou:

– Padre, posso morar aí?

– Ué, meu filho, tem certeza?

O padre ligou pra mãe dele que morreu de rir. “Ele não vai ficar aí, mas deixa, que pelo menos ele não fica solto por aí”.

E não é que ele ficou 3 anos sem arredar o pé de lá? Ele jura que não faz idéia que desvio foi esse. Até que obrigaram ele a tirar umas férias e ele voltou pra Natal, sua cidade natal, onde sempre ocorria, na época do Natal, o CarNatal, [fim das repetições] carnaval fora de época que o fez voltar a realidade e desistir de retornar ao convento.

Daí, ele se casou e teve um filho. Daí separou. Daí um belo dia a ex-mulher liga dizendo que ele tinha ganhado uma grana preta na loteria federal.“Mas como, se eu não jogo?!”. Descobriu que estava escrito no contrato do plano de saúde dele que parte da mensalidade era aplicada na loteria.

O cara não pensou duas vezes: comprou uma mochila, uma barraca, pediu demissão da faculdade onde dava aula e foi se perder mundo afora. Passou 4 anos torrando a grana pela Europa e América latina, a pé, sozinho. Fora os custos de viagem, o resto do dinheiro foi gasto com cd’s e livros. Nada de fazendas, apartamentos ou carros.

Nesse tempo, em algum momento, ele teve seu primeiro contato com Brasília: “Acampei na Esplanada e quando fui dormir esqueci os chinelos de fora da barraca. Quando acordei só tinha um pé. Disseram que foi um cachorro. Calcei o pé que tinha e fui até o Shopping Conjunto Nacional comprar outra.”.

Foi quando o dinheiro estava prestes a acabar que ele estava na beira da praia lendo o jornal “Correio Brasiliense” e observou um anúncio dos classificados: a universiade Ceub desejava contratar um professor de jornalismo. E lá se foi ele de volta pra capital. Até que foi demitido do Ceub. E depois do Iesb. E depois da Facitec. Alega que os cursos eram porcarias e batiam contra as filosofias dele sobre comunicação. Aliás, esse é o tema de um dos 10 livros dele. E voltando ao assunto, disse que se orgulha muito de ter sido demitido, e mais ainda da mulher responsável pela demissão dele no Iesb, que disse “você não é um professor, é um poeta”. Ele não podia ter ouvido elogio melhor.

“Outro dia encontrei a mulher numa cafeteria.

– E aí, ta aonde?

– Na UnB. – Respondi quase explodindo o peito de orgulho de ter passado naquele concurso. Ela não disse nada.”

… Enfim pessoal, essa é minha apresentação. Agora é a vez de vocês.

 

Beleza, quase falei: “Oi, meu nome é Vivianne, tenho 19 anos e tô indo ali providenciar uma viagem pra mim. Beijos, fui.”

Vamos dar um abraço coletivo no Zico?

Quando você compra a Caras, você espera ler sobre a nova casa de verão da Susana Viera e sobre como sua vida anda equilibrada.

Quando você compra Capricho, você espera ler sobre dicas de tratamento de pele pra dias de espinhas bizarras.

Quando compra 4 rodas, espera ler sobre o protótipo versão hatch do Lancer Evolution.

Quando compra Playboy, você espera ver os poucos cm² que os biquinís fio-dental das Big Sisters tamparam no BBB8.

E por aí vai. Isso, é aquele “contrato” leitores/mídia. E isso também acontece nos sites do fantástico mundo jornalístico via internet, tão cheio de pérolas pedindo comentários.

Agora queridos leitores-machos desse blog, me digam, vocês esperavam ler ESSA reportagem no site globoesporte.com?

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“Pela 1ª vez sem ninguém da família, Galinho comemora os 55 anos solitário em Sevilha”

“Este dia 3 de março foi bem diferente de todos os outros para Zico. Pela primeira vez em 55 anos, ele está sem um representante sequer de sua família ao seu lado. Solitário no quarto do hotel em Sevilha, na Espanha, ele curte as diversas manifestações de carinho por e-mail, em seu blog, atende às ligações que não param nos dois telefones celulares […]”

E não pára por aí. Vai lá e confere…

Enfim, é só pra eu checar se eu preciso atualizar meus conceitos sobre os homens ou sobre o jornalismo esportivo.

Obs: Não posso deixar de dedicar esse post ao meu namorado-jornalista. Amor, se for pra sua monografia quero o crédito! hahaha :*

Incompátivel

O cara era um playboy. Calça jeans meio caída, aprecendo a borda da cueca. Camisa de marca, tênis idem. Vaidoso – perfume, barba feita, gel no cabelo, corpo sarado. O carro, um Stilo Vermelho.

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“Meu carro é vermelho…eu uso o espelho pra me pentear…”

Chegamos perto do carro e ele apertou aquele fantástico botão que faz a chave aparecer no chaveiro da Fiat (e quem nunca tinha visto o tal chaveiro fez cara de “uau!”). Entramos todos e ele começou seu ritual tira-onda obrigatório na presença de qualquer nova tripulação do seu possante:

1. abriu o teto solar;

2. abriu o porta-luvas e ficou alguns segundos em dúvida sobre qual dos 10 óculos de sol colocar;

3. Escolheu o Ray Ban prateado. Colocou, olhou no retrovisor, virou para o banco de trás para que as garotas pudessem ver o quão irrestítivel ele ficava daquele jeito e perguntou “Vamos lá?” – necessário pra que as marias-gasolina suspirassem e respondessem sorrindo “Aham!”.

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Eu não sou demais, garotas?!

4. Escolheu um cd, colocou dentro do som, aumentou o volume. Nesses poucos segundos, pairou aquele suspense – qual hit da moda vai tocar? Hip hop? Funk? … Por fim, ele dá play e sai acelerando o carro.

Tudo certo. O problema é que tocou Be Good to Me da Ashley Tisdale ao máximo volume. E pra mim é um problema um cara que paga de machão e ouve música de artistas de High School Musical.

Pronto, falei.

Ah, as pérolas do Oscar!

Responda rápidp: O que você vê na foto abaixo? Tilda Swinton ou a Estátua da Liberdade?

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Ela é foda, porra!

Ontem, domingão, tava meu pai entediado no sofá zapeando pelos canais.O dedo dele só parou de apertar freneticamente o botão do controle remoto quando ele viu quem era a nova celebridade do “Nada além da verdade”: Dercy Gonçalves.

O programa do SBT está na moda ultimamente, aqui e no resto do mundo: artistas em baixa se submetem a responder 100 perguntas antes do programa, sob os resultados do polígrafo, que não lhe são revelados nessa hora. Depois, quando o programa é gravado, a ele serão feitas 15 daquelas perguntas. À medida que for dizendo a verdade, vai ganhando dinheiro. Tem as opções de parar ou passar pra próxima pergunta, sabendo que pode perder boa parte do prêmio caso minta.

O interessante é avaliar o dilema “dizer a verdade pode queimar seu filme, mas dá dinheiro”: Sérgio Malandro, por exemplo, assumiu que usava viagra. Enfim, engraçado e tal, mas nem se compara ao que assistimos ontem.

Gente, a mulher que inventou o palavrão tem 100 anos. Pois é, 23 de junho de 1907. Aliás, celebrou em grande estilo no ano passado, com direito a bolo cor-de-rosa escrito “Dercy é 100”. Olha, a pessoa chegar nessa idade e conseguir ir num programa desses, caminhar, ouvir, enxergar, estar lúcida o suficiente pra responder todas as perguntas e chegar até o prêmio máximo de 100 mil reais porque respondeu tudo honestamente, é realmente excepcional.

Ela respondeu perguntas como “você ficou com vergonha quando desfilou com os seios de fora?”, “Acha que faria tanto sucesso se não dissesse palavrão?”, “É verdade que teve um caso com um político famoso?” e ainda uma feita no ouvido dela pelo Silvio Santos: “mas ele (o político) te comeu?” – deu mesmo pra ouvir ele usar esse verbo – e ela respondeu gritando “Comeu siiiim!”.

Outro momento hilário foi o diálogo abaixo:

Silvio: Vai parar? Vai parar? Vai parar? Você pode levar x em dinheiro se parar agora! Se responder a próxima corre o risco de ficar só com y! Vai pararrrrrr??
Dercy: Vou, vou, vou, vou. … VAI SE FUDER!

Se falar palavrão faz bem a saúde eu não sei, mas tenho certeza que uma personalidade irreverente e bem-humorada como a dela pode colaborar muito. Porque chegar a uma idade avançada com a medicina de hoje é até razoável, mas ter a segurança aos 95 anos de dizer “Só vou morrer quando EU quiser”, é pra pouquíssimos.

Depois disso, só digo uma coisa, nem apostem nos bolões. Esse ano, não vai ser.

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Uma análise dos ecléticos.

Dizem – e o sujeito desse verbo são pessoas de cabeça fechada, que acreditam que só o que eles gostam é realmente bom – que pessoas ecléticas não têm personalidade.
Vamos começar pela definição do meu brother Houaiss. Ecletismo s.m.: qualquer doutrina ou prática que escolhe o que há de melhor entre várias doutrinas, métodos ou estilos.Está exatamente aí o x da questão. Olha só como o eclético é interessante: ele não tem preconceitos, é aberto a novas experiências, sabores, sentidos… Ele sabe identificar o melhor de cada coisa, sabe que existem horas, lugares e circunstâncias que combinam com determinadas escolhas. Ele se adapta. Pode ouvir jazz no engarrafamento, dançar hip hop sábado a noite, curtir um samba no domingo e estudar ouvindo Mozart. Freqüenta todos os lugares e se sente bem em todos, sabendo aproveitar as vantagens de cada um.
Veja bem, ele não é sem personalidade (s.f. […]2 qualidade essencial de uma pessoa, originalidade 3 aspecto que alguém assume e projeta em público; imagem […]). Primeiro, porque os ecléticos são muito distintos uns dos outros: enquanto determinadas “tribos” são perfeitamente previsíveis (ex.: “pessoas que gostam de axé gostam de Ivete Sangalo e/ou Babado Novo, e/ou Asa de Águia e/ou Chiclete com Banana”) os ecléticos tem um campo infinito de escolhas, resultando em inúmeras combinações. São diferentes, pois, cada um sabe se identificar com várias coisas de vários grupos temáticos. Então, eles sempre vão ser originais, pois não seguem um padrão. Não porque acham que precisam sair do padrão, mas, melhor ainda, isso acontece naturalmente.
Outra característica, nem tão relevante, mas que vale a pena citar, é que, principalmente na adolescência, onde as tribos têm seus gostos musicais, de locais pra freqüentar, gírias a dizer e roupas a vestir, o eclético não tem nada disso. Ele não vai precisar desses suportes pra se identificar com o seu grupo, já que ele é misto. Pode parecer que ele vai se sentir excluído, mas na verdade ele está apto a fazer qualquer tipo de amizade. Ele conhece um pouco de cada um, e em parte, pode se identificar com todo mundo.

É claro que pode parecer falso, já que ele apresenta diferentes imagens pessoais para determinadas situações, mas ora, nenhuma delas é falsa! Ele tem o direito de gostar de coisas diferentes, ué!

E só posso terminar esse texto com uma citação muito pertinente, ainda que batida: “Eu prefiro ser essa metaformose ambulante/ do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”.

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Ass: Vivi, cujo Ipod contém os mais variados artistas. Afinal, bom mesmo é ser imprevisível. Porque eu adoro quando alguém tenta me definir e se limita no preconceito que tem pela minha imagem.

Sinal do além

Estranho, mais no dia em que estava previsto minha segunda aula de tênis, caiu um chuva torrencial que alagou as quadras e a aula foi cancelada…

Desista São Pedro, Zeus, Deusa-Shiva-da-destruição ou índios-da-dança-da-chuva. Eu voltar.

Freaks do meu Brasil

Cara, a Ângela Bismarchi não cansa de ser bizarra não?

Por acaso ela já viu uma foto recente do Michael Jackson? Ela tem consciência de aonde isso vai parar?

Tô começando a achar que deveria ter atestado de sanidade mental pra poder casar com cirurgião plástico…

Dica do dia!

Nunca é tarde pra aprender o que se tem vontade.

Foi repetindo isso mentalmente que eu fui ontem a minha primeira aula de tênis. Afinal 19 anos ainda é a flor da idade.

Me aguardem, eu ainda vou usar um vestidinho LUXO da nike com cristais Swarovisk, mais chique que o da Sharapova, tá? E olha que o filme dela tá queimado que o ex dela – aquela coisinha hot do Maroon 5 – falou que ela parece um sapo morto na cama.

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Se liga aí, querida, sua pegada tá meio torta, ok? beijos!

Sedentarismo não tá com nada. A onda agora é correr pra catar as bolinhas de tênis que caem no campo de futebol! E sem vergonha de ser feliz! hahaha ;D

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